Apontado de ser o líder do tráfico da Comunidade do Manoel Corrêa Vulgo DG é morto após uma perseguição policial em Cabo Frio

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Um homem suspeito de envolvimento no sequestro e tortura de dois vigias do Espírito Santo que desapareceram em Cabo Frio (RJ) morreu em um confronto com policiais militares na manhã desta terça-feira (8), Rodrigo Rangel de 26 anos, Vulgo DG ou Colombiano é apontado pela policia de ser o líder do tráfico da comunidade do Manoel Corrêa.

Segundo a Polícia Civil, o homem já havia sido indiciado pelas mortes dos vigias e é chefe do tráfico de drogas na Comunidade do Lixo, no bairro Manoel Corrêa.

DG,também e apontado de ser o responsável pelo sequestro dos vigias do Espirito Santo e pela morte do borracheiro do Guarani.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes estavam retornando de Arraial do Cabo quando viram o suspeito em um carro e ele fugiu para dentro da comunidade.

Ainda de acordo com a PM, o suspeito atirou contra os policiais, que revidaram e houve confronto. O motorista do veículo conseguiu fugir e o suspeito desembarcou do carro e foi atingido.

Segundo a PM, dentro do carro foram encontrados aproximadamente 15 quilos de maconha.

A PM informou ainda que o suspeito chegou a ser socorrido para o hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O material apreendido foi encaminhado para a 126ª Delegacia de Polícia, onde o desaparecimento dos vigias segue em investigação.

De acordo com a Salineira, empresa responsável pelo transporte público da cidade, a linha 311 – Célula Mater não está entrando no bairro Manoel Corrêa. O ônibus está circulando pela Avenida Adolfo Beranger Junior, nos sentidos ida e volta.

Segundo a empresa, a linha voltará a circular normalmente pelo bairro assim que a segurança for restabelecida.

O caso

As investigações da Polícia Civil apontam que três vigias foram sequestrados e torturados em julho na Favela do Lixo. Um deles conseguiu fugir e contou à polícia o que aconteceu, enquanto os outros dois seguem desaparecidos.

Restos mortais foram encontrados no mesmo bairro em agosto, durante a Operação Toxicity, mas a Polícia Civil divulgou que o resultado de um exame de DNA revelou que as ossadas não são dos vigias.

As buscas foram retomadas na última semana e os policiais encontraram a pulseira do relógio de um dos vigias.

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