Governador do Rio Wilson Witzel cai em delação premiada após reabrir FAETEC de Araruama com Lívia de Chiquinho

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Após reinaugurar a Faetec Araruama ao lado da prefeita Lívia de Chiquinho (sem partido definido), o governador Wilson Witzel (PSC) começou a viver um verdadeiro “inferno astral”, sendo citado em delação premiada na Operação Calvário.

Envolvida em inúmeros escândalos, inclusive com duas condenações em primeira instância, a mulher de Chiquinho do Atacadão conseguiu se livrar da fraude eleitoral em 2017 e agora foi enquadradada no crime de improbidade administrativa por ser “prefeita de fachada” e deixar o marido ser o “prefeito de fato”, conforme reportagem do SBT.

A aproximação de Lívia de Chiquinho junto ao governo estadual se deve ao fato do interesse de ter o PSC de Araruama e tentar se lançar pelo partido na campanha de reeleição. Isso caso não seja cassada e fique inelegível antes. O jogo de interesse tem colocado na berlinda o DEM de Rodrigo Maia, que foi para escanteio.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou um acordo de delação premiada, onde o governador Wilson Witzel é suspeito de receber caixa dois durante a campanha. As investigações envolvem o lobista Jorge Luz, delator da Operação Lava Jato, após o desdobramento de um suposto esquema de corrupção na Paraíba.

A Operação Calvário chegou na política do Rio de Janeiro e de São Paulo. De acordo com a denúncia, o governador teria recebido R$ 115 mil. Robson dos Santos França, o Robinho, então assessor do senador Arolde de Oliveira (que já foi secretário de Transportes do Rio) se apresentou como intermediário e arrecadador da candidatura. “Me recordo que naquele ano, Robson me ajudou a receber de maneira mais célere créditos junto àquela Secretaria”, afirmou.

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