Julgamento da prefeita termina com vereador afastado por suspeita de venda de voto em Carapebus

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Terminou agora a pouco, em balbúrdia, a sessão Legislativa que julgaria o processo de Impeachment da prefeita holográfica de Carapebus, Cristiane Cordeiro.

Antes da sessão, o vereador Marquinho Pacato (MDB) foi declarado suspeito de votar no processo diante sérias acusações de venda de seu voto para o Executivo.

Pacato, que votou pela abertura do processo de cassação e até um mês atrás era declaradamente a favor de cassar a prefeita, que simplesmente rasgou e jogou a Lei de Responsabilidade Fiscal privada abaixo, mudou de opinião após tomar um café adoçado com o prefeito de fato, Eduardo Cordeiro.

A mudança abrupta de opinião de ex-Pacato em relação à sua posição política levantou sérias suspeitas. Para piorar, o vereador nomeou praticamente a família inteira na prefeitura.

Então, baseado nisso, o presidente da Casa, Anselmo Prata colocou em votação e por 5 votos a quatro a Câmara afastou Marquinho da votação, dando um início a um enorme tumulto. Por ordem da Prefeitura, dezenas de comissionados invadiram a Câmara Municipal e, se não fosse pela intervenção dos homens do 32º Batalhão de Polícia Militar, haveria quebra-quebra.

No final, a sessão de julgamento da prefeita foi novamente adiada de deve acontecer neste sábado, com portas fechadas para evitar que mais assessores cometam algum tipo de violência contra o Legislativo. Pelo visto, Carapebus está voltando à era das milícias…

Fonte: Blog do Cabral

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