Covid-19 |CPI do Coronavírus da Alerj poderá ter desdobramentos de Investigações em Cabo Frio e Maricá

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Os parlamentares que farão parte da CPI para investigar os gastos superfaturados do Governo Witzel no Estado terão muito trabalho pela frente.

Há fortes indícios de que as empresas que estão fornecendo bens e serviços para o Estado, estão estendendo seus tentáculos para prefeituras do interior aliadas do governador.

Em Maricá, por exemplo, colocaram do dia para a noite dia um hospital parado, como referência para os caso de coronavírus, o Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara, em Maricá, vai ser gerido por uma instituição privada que tem entre suas atividades econômicas “produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão”.

Alegando emergência por conta da covid-19, o prefeito Fabiano Horta homologou uma dispensa de licitação em favor do Centro de Excelência em Política Públicas (CEPP), pelo valor global de R$ 82 milhões, mas o ato, datado de 8 de abril, não revela o período de duração do contrato, que até ontem (27) não está disponível no site oficial do município, como determina a Lei da Transparência.

O ato veiculado no diário oficial diz apenas a contratação visa a gestão da unidade hospitalar de alta complexidade, “tendo como objetivo o atendimento exclusivo ao combate do coronavírus, valor de R$ 82.418.915,78”.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde, o hospital tem capacidade para 137 leitos e, “inicialmente funcionará com 70 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI)”.

Já em Cabo Frio, o prefeito Adriano Moreno transformou um hospital que estava com as suas atividades suspensas e afundado com dívidas tributárias e trabalhistas como hospital para casos de covid-19.

Adriano Moreno trata o assunto como uma espécie de caixa preta. O Deputado Estadual Dr. Serginho e a Câmara Municipal de Cabo Frio já solicitaram informações sobre os gastos com o hospital e até o momento a prefeitura ignorou os ofícios protocolados pelos parlamentares.

Estima-se segundo fontes, que o custo mensal do hospital seria de R$ 350.000(trezentos e cinquenta mil reais) por mês.

A CPI da Alerj, a PF, o MPF e o MP estadual já abriram inquéritos para investigar está verdadeira farra com o dinheiro público.

Fontes do Rlagos, apontam que em Macaé, aterrissou um grupo de empresários de Maricá dispostos a despejar altas cifras num conhecido pré- candidato local ligado ao partido dos trabalhadores (PT).

Só que nos dias de hoje a vida se resume a um big brother e esta turma que gosta das sombras não consegue mais se criar, Macaé possui um sol forte o ano todo, lá nada permanece muito tempo no escuro.
É ver para conferir.