Prefeito de Macaé planeja reabertura gradual do comércio a partir de 1º de junho

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O prefeito Dr. Aluizio descartou nesta sexta-feira (22) uma ação mais restritiva na cidade para conter o Covid-19, que seria o lockdown, e anunciou em coletiva por videoconferência que na quarta-feira (27) irá apresentar um plano para o Ministério Público às 14 horas para aumentar a abertura de alguns estabelecimentos no comércio.

“É fundamental manter o isolamento social, mas hoje temos indicador que não é necessária uma medida mais restritiva do que já estamos praticando, por enquanto não vamos tensionar nenhuma outra medida”, informou o prefeito, destacando que na primeira fase da doença em Macaé ocorria um óbito a cada três dias, hoje é registrado um óbito a cada sete dias.

O prefeito apontou que vai apresentar ao Ministério Público a proposta de abertura de outros ramos de comércio, como autopeças, a partir de primeiro de junho.

“Algumas categorias são mais necessárias no momento”, disse, ressaltando que por mais 15 dias não serão abertas outras atividades e a flexibilização pode ocorrer quinzenalmente em cima do número de leitos disponíveis em UTI da rede pública.

“A cada 15 dias, que é o período da curva, faremos novas análises, mas nada é superdefinitivo. Nosso grande indicador é a taxa de ocupação de leito em terapia intensiva específica para o Covid. Se começar a superlotar os hospitais, não vamos abrir mais estabelecimentos”, observou.

Uma das preocupações citadas pelo prefeito foi o funcionamento de depósitos de bebidas que servem bebidas aos clientes, causando assim aglomerações. “A população deve denunciar e manter o isolamento social”, salientou. Dr. Aluizio.

De acordo com o prefeito, Macaé possui hoje 55% dos leitos da rede pública – no Hospital Público Municipal – ocupados. O número de leitos que a rede pública disponibiliza subiu de 20 para 44 nesta sexta-feira (22) e na próxima semana haverá 50 leitos disponíveis para o Covid. Pela curva, Macaé deve registrar até o final desta sexta-feira 600 casos e até o final de maio, mil casos.

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