Em entrevista na Rádio Tupi Witzel justifica medidas, reafirma inocência e pede união entre os poderes

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O governador do Rio Wilson Witzel afirmou que também se sente lesado com os escândalos na área da saúde, que estão sendo investigados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado. O governador já admite trocar seu secretariado nos próximos 2 anos de sua gestão à frente do Palácio Guanabara.

O chefe do executivo fluminense concedeu entrevista ao Show do Clóvis Monteiro, na manhã desta segunda-feira (20). Witzel afirmou que o ex-subsecretário de Saúde, Gabriell Neves ficou apenas dois meses no governo, e que foi afastado após irregularidades em contratos com empresas que prestam serviços para o Governo do Estado.

Sobre o ex-secretário de Saúde, Edmar Santos, Wilson Witzel afirmou que Edmar foi escolhido pelo bom trânsito que tinha junto a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Witzel lembrou que Edmar Santos, é investigado por suspeitas de irregularidades nos contratos assinados durante a pandemia da Covid no estado.

Edmar Santos e Gabirell Neves foram presos em operações policiais em meio à pandemia da Covid-19. Apesar das prisões, Witzel voltou a afirmar que não tem nenhuma ligação com os esquemas de fraudes investigados pelo Ministério Público e pela Polícia Civil.

O chefe do executivo estadual também foi questionado sobre as divergências ideológicas em relação ao combate a pandemia da Covid-19, entre o governo federal, prefeitura do Rio e o executivo estadual. Ele afirmou que é a favor do diálogo e destacou que apesar disso, respeita o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento a doença.

Wilson Witzel disse também que, aos poucos, o Rio está retomando a economia, e que o estado já é o destino mais procurado para viagens pós pandemia, na America Latina.

Ouça a entrevista com o governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, nos áudios abaixo: