Polícia pede informações para prender criminoso Vulgo “Robgol” apontado como o maior fornecedor de drogas do estado

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 O Portal dos Procurados divulgou, nesta segunda-feira, um cartaz para ajudar a 90ª DP (Barra Mansa) com informações que possam localizar e prender Robson Tertuliano da Silva, o ‘Robgol’, de 48 anos, considerado um dos maiores fornecedores de drogas no Sul Fluminense.

Apontado pela Polícia Civil como um dos principias fornecedores de drogas no Sul, ele é um dos bandidos mais procurados do estado, segundo agentes.

Ainda de acordo com a investigação, Robgol comanda um esquema de drogas entre Barra Mansa; Volta Redonda, Angra dos Reis e favelas do Terceiro Comando Puro (TCP), na Zona Oeste do Rio.

A polícia disse ainda que o criminoso conseguiu escapar de uma operação realizada no dia 25 de setembro, quando agentes descobriram uma refinaria de cocaína no bairro Laranjal, em Volta Redonda. Ele pulou o muro de uma casa de luxo onde funcionava a refinaria. Na ocasião, três pessoas foram presas.

No início deste mês, o delegado titular da 90ª DP, Ronaldo Aparecido, em conjunto com o delegado da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), Drº Fábio Salvadoretti, prenderam em Senador Camará, a mulher de Robgol. Andressa Rocha Souza da Cruz, já tinha sido presa em setembro deste ano, em um carro no Jardim Amália, em Volta Redonda. Ela transportava R$ 20 mil que, segundo a polícia, era proveniente da venda de drogas.

Ainda conforme a polícia, ela foi solta pelo Tribunal de Justiça no dia 5 deste mês, mas mentiu em juízo, alegando que morava com os pais. Ao encontrarem a suspeita em uma casa, no bairro Senador Camará, na Zona Oeste, os agentes concluíram que ela ainda estava associada ao grupo criminoso do companheiro.

Agentes identificaram que o tráfico da Vila Aliança se aliou a uma facção paulista e estabeleceu um “Eixo Rio-São Paulo.
A Polícia Civil pede que quem tiver qualquer informação a respeito da localização de Robson Tertuliano, denuncie pelos seguintes números:  (21) 98849-6099;  (21) 2253-1177. Ou pelas redes sociais do Disque-Denúncia.