‘Não houve erro. Houve demora’: Barroso aciona PF, mas descarta fraude nas eleições

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, reforçou nesta segunda-feira a integridade (16/11) do primeiro turno das eleições municipais. Segundo ele, os ataques tentando derrubar o sistema da Justiça Eleitoral foram neutralizados e a demora na contabilização dos votos, causada por uma lentidão no supercomputador que processa esses dados, não interferiram nos resultados do pleito.

O ministro lembrou que, ao término da votação, é impresso um boletim de cada urna com os votos obtidos pelos candidatos, o que permite depois a conferência da contabilização eletrônica feita pela Justiça Eleitoral.

“Não houve erro na totalização. Houve demora”, frisou, em entrevista coletiva para esclarecer os problemas.

“Imaginar que um atraso de duas horas e meia (na contabilização) possa repercutir sobre o resultado é simplesmente não lidar com a realidade. A realidade sai da urna e esses dados então são enviados para a totalização”, disse também, em resposta aos que citaram o atraso para levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral com urna eletrônica.

O ministro informou também que solicitou formalmente à Polícia Federal que investigue se houve uma atuação coordenada, com motivação política, para desacreditar as eleições.

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