Traficantes ‘vulgo Magrão e Indio’ são procurados pela policia em Arraial do Cabo

Segundo a policia civil , os dois são de alta periculosidade, ambos são do trafico do Morro da Coca - Cola

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ARRAIAL DO CABO – Os traficantes Wagner Thomaz dos Santos, conhecido como Magrão, número dois na hierarquia do tráfico do Morro Coca Cola, em Arraial do Cabo e Peterson de Paula Sales Gomes, vulgo Índio, são procurados pela polícia.

A polícia pede que a população denuncie o paradeiro dos dois. Magrão e Índio tem passagens por homicídios, lesão corporal, tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte de arma de fogo.

Eles participaram das agressões a ex-namorada de Zeu, em outubro, durante baile Funk no Morro. Elizeu Silveira dos Santos o Zeu, foi preso ontem durante operação conjunta das polícias civil e militar.

Com o traficante, foram apreendidas três armas, carregadores, grande quantidade de munição, maconha, cocaína e rádios transmissores. Zeu vinha sendo procurado desde outubro do ano passado, quando a delegada Patrícia Aguiar pediu à Justiça mandado de prisão contra o criminoso depois que ele ordenou a morte de uma jovem, de 23 anos, com quem já tinha tido um relacionamento. A mulher foi baleada, mas conseguiu fugir da favela.

Na ocasião, a jovem foi à comunidade para participar de um baile funk. Ao chegar, foi cercada por criminosos, chefiados por Zeu, que a agrediram com tapas e a arrastaram pelos cabelos. Ela tentou fugir do local correndo, mas foi perseguida pelos traficantes, que atiraram várias vezes em sua direção. A mulher acabou sendo atingida por um tiro na perna, mas conseguiu descer o morro e pedir ajuda.

—Esse criminoso, que é extremamente violento. Ele possui diversas passagens pela polícia, inclusive por homicídios e tentativa de feminicídio, e vinha aterrorizando a comunidade do Morro da Coca-Cola, disse a delegada Patrícia Aguiar.
Zeu possui uma ficha criminal extensa, que inclui, além de homicídios e tentativa de feminicídio, lesão corporal, tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma de fogo. O criminoso já tinha sido preso, mas havia deixado a penitenciária em janeiro do ano passado.

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