1 bilhão de pessoas vão investir em Bitcoin, prevê analista

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O proeminente analista de criptomoedas Willy Woo está prevendo que um bilhão de pessoas terão exposição ao Bitcoin muito antes do que pensamos.

Em uma entrevista recente ao Real Vision Finance, Woo disse que, com base em sua trajetória atual, o Bitcoin irá entrar no cotidiano de grande parte da população global em quatro anos.

“Essa coisa vem crescendo há 11 anos sem parar e dobrando a cada 12 meses. Isso nos coloca em 4%, 8% e assim por diante. Estamos atualmente no caminho para 1 bilhão de pessoas tendo exposição ao Bitcoin como uma classe de ativos nos próximos quatro anos”, disse.

Portanto, de acordo com a previsão do analista, em 2025, 1/8 da população mundial terá exposição ao Bitcoin:

Bitcoin será amplamente adotado

Ainda segundo ele, o Bitcoin ainda está nos estágios iniciais de adoção. Mas, segundo ele, o mercado está prestes a testemunhar um crescimento exponencial nos próximos anos.

“Em termos da era da internet, o estágio atual do Bitcoin é o equivalente a 1994 para o lançamento da internet. Nos próximos quatro anos, vamos nos teletransportar para 2005 para o equivalente à implementação da Internet”, comparou.

Conforme explicou Woo, em 1994, a internet era discada e muito lenta, por isso muito poucas pessoas usavam. Entretanto, ela estava crescendo rapidamente.

“Em 2005, tínhamos todo mundo no Facebook. O iPhone estava chegando. E a internet estava disponível para todos no planeta, se necessário. Os próximos quatro anos vão trazer muitas mudanças para o sistema financeiro, e isso é certo”, destacou.

Por fim, Woo observou que grandes empresas de tecnologia como Uber e Amazon geralmente começam com um investimento inicial de milhões de dólares.

Mas terminam com ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) na casa das centenas de bilhões.

“Esses tipos de ganhos são muito rotineiros em lançamentos de novas tecnologias. A única diferença agora é que o Bitcoin por acaso tinha um preço negociável publicamente que todos podiam ver e vender no varejo. Qualquer pessoa no mundo tinha acesso para comprar aquele ativo logo no início”, finalizou.