Cem dias de “Zé do Caixão”, o governo da morte |’Números de mortes por Covid-19 dobrou’

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O governo de José Bonifácio completa cem dias no próximo domingo. O desastre já era esperado por quem assistiu as duas administrações anteriores dele, marcadas pela intolerância e pelo autoritarismo.

Zé fala em diálogo mas governa sozinho. Ele promete um governo para todos, mas faz da prefeitura um negócio de família para aliados e um cabide de empregos para vereadores. A verdade, quer seus súditos gostem ou não, é de em cem dias dias de mandato ele foi incapaz de abrir um único leito para pacientes vítimas da COVID.

Adriano Moreno, execrado nas urnas, pelo menos teve a coragem de enfrentar os críticos, ameaças, xingamentos e uma crise financeira muito maior, para bancar, com recursos próprios, a abertura do UNILAGOS, o primeiro hospital da região voltado exclusivamente para o atendimento de pacientes graves vítimas do novo coronavírus.

O vitimismo de quem enxerga na verdade, ódio, é compreensível, afinal, vitimistas sempre têm alguém a quem culpar por seus próprios fracassos e problemas. Eles não têm certeza suficiente sobre nada e têm medo de assumir a responsabilidade por suas ações, preferindo arrumar sempre um bode expiatória para esconder a própria incompetência.

Covardes. São incapazes de esconder o ativismo e a dependência do dinheiro público que os financia.

Os números não mentem. Cabo Frio registrava no dia 31 de dezembro do ano passado 5.121 infectados pelo novo coronavírus e 211 mortos. Hoje são 8.778 infectados e 419 mortos, ou seja, o número de mortos vítimas da COVID 19, em apenas cem dias, do governo José Bonifácio, praticamente dobrou. Isso não é um governo de vida. É um governo da morte.

O governo, o PDT e seus ativistas comprados com dinheiro público foram incapazes, em cem dias, de adotar políticas públicas para salvar vidas cabo-frienses.

Não faltou dinheiro. Os repasses do royalties bateram recorde mas o governo não distribuiu uma única cesta básica ou um copo de leite para as milhares de crianças que estão em casa devido a suspensão das aulas por conta do recrudescimento da pandemia.

É um governo despreparado, que não tem compromisso com os mais pobres, com quem precisa. Ele despreza aqueles que perderam as condições de sustentar a própria família.

Essas pessoas estão abandonadas a própria sorte em meio a tempestade. O governo é um deserto de humanidade, de compaixão e desconhece palavras como amparo, alento. É incapaz de oferecer esperança.

Tropeça nas próprias mentiras para bancar aliados às custas da vida de seus cidadãos e do corte de direitos dos servidores.

Quem não enxerga isso não tem noção de humanidade, muito menos de amor. Está na calçada e não passa de uma lata de lixo.