NEGACIONISTAS | Professoras de Cabo Frio falam em grupos de WhatsApp, que a COVID-19 é balela e que não estão nem aí. “Todos vão morreu um dia, tudo que Paulo Gustavo fez foi uma palhaçada finaliza uma das professoras.

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Tudo começou na tarde de terça – feira (06), em um grupo de WhatsApp, quando uma professora do Instituto Professora Ismar Gomes Azevedo estava “Brincando” com os alunos, disse ela.

Quando um aluno a perguntou se a dose realmente sairia em setembro.

Ela respondeu:

“Disseram que a gente volta em agosto eu e vocês, se sua dose só vai sair setembro… eu nem tomei e nem tô preocupada, Tá? Por que eu acho que tudo isso aí é balela tá bom? Então eu nem tomei e vou voltar (Se referindo ao voltar em agosto às aulas presenciais)”.

Logo sua estagiária que segundo informações seria sua filha disse:

“Gente, vamos terminar porque o foco do grupo não é esse. Outra coisa, eu peguei covid e foi como se fosse uma gripe muito forte, tá? Não fui entubada, não fui pro Hospital, não fiz a palhaçada que o tal do Paulo Gustavo fez, que a família dele fez. Entendeu? Não é nada demais. Depende de como você se cuida e da vida que você leva”

Essa discussão ocorreu em um grupo WhatsApp com os alunos da escola. O debate durou o dia inteiro com a estagiária discutindo com os alunos no privado.

A referida professora vendo a repercussão do caso chegou a ameaçar pais, mães e alunos dizendo que ia chamar a polícia civil, tentando intimidar e amedrontar alguns alunos, sendo que o erro e “crime” foram cometidos pelas duas professoras e não pelos alunos e seus responsáveis.

Com isso, a confusão só veio a acabar por volta das 19:00hrs.

O portal Rlagos teve acesso as conversas do grupo de WhatsApp, e também tivemos acesso de alguns áudios.

Os alunos da escola com medo, por conta das ameaças da professora, fizeram um abaixo assinado pedindo que as professoras do referido caso fossem retiradas da escola, contudo esse abaixo assinado não foi entregue a escola por medo de represálias.

Visto que uma das professoras envolvidas já esteve envolvida em outras situações complicadas e a escola preferiu omitir e preservar a docente por conta de sua idade avançada. Contrariando o a ética profissional que é requisito mínimo nas relações interpessoais em ambientes trabalhistas.

Gente, vamos terminar porque o foco do grupo não é esse. Outra coisa, eu peguei covid e foi como se fosse uma gripe muito forte, tá? Não fui entubada, não fui pro Hospital, não fiz a palhaçada que o tal do Paulo Gustavo fez, qual a família dele fez. Entendeu? Não é nada demais. Depende de como você se cuida e da vida que você leva”, falou uma das professoras.

A outra docente respondeu: “Eu vou te explicar uma coisa: é lamentável uma perda? Eu acabei de perder a minha vó. Mas, quem não vai morrer? Você pode morrer de um vírus, de um acidente de carro. O camarada viajava a torto e é direito, fazia tudo o que ele queria. Eu vou ficar com pena dele? Vou torná-lo um Martín, um Deus? Eu não, claro que não. Todo mundo sabe a consequência dos seus atos.”

O Rlagos tenta contato com a administração da Escola para saber mais sobre a polemica que está sendo gerada na cidade envolvendo educadoras da escola.