Ares Traders localizada em Cabo Frio suspeita de pirâmide, após ter um dos sócios assassinado Wesley Pessano aplica golpe em clientes e roubam mais de 30 milhões de reais de investidores

1179

CABO FRIO – Várias pessoas acabaram ficando lesadas não só na Região dos Lagos, mais também em outras cidades do Brasil, com a morte de um Rei do Pullback, Wesley Pessano de 19 anos, muitas pessoas que acreditaram no investimento aplicado por ele ficaram a ver navios com sua morte no dia 04 de agosto de 2021, na cidade de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos do Rio.

De acordo com relatos de pessoas que investiram com na empresa que Wesley era dono relataram para o Rlagos que com a morte de Wesley os sócios da empresa assumiram o negócio e chegou a fazer contatos com todos os investidores pedindo 30 dias para devolver o capital dos investidores.

O pior de tudo que os 30 dias já se passaram e nada da empresa dá uma posição sobre o caso e muito menos uma explicação aos investidores que estão desesperados.

Mais de 2 mil pessoas tentam contato com a empresa Ares, porem segundo relatos de um dos denunciantes ao Portal Rlagos com a morte de Pessano, os outros sócios da empresa, João e Breno, não estão pagando os investidores que investiram na empresa, com isso eles alegando que eram funcionários do Pessano, ainda segundo o denunciante o mesmo tem provas suficientes para mostrar que os dois eram sócios da empresa junto com ele.  

Segundo relatos de pessoas que criaram um grupo de WhatsApp, de pessoas que foram lesados por eles relataram que muitas pessoas chegaram a colocar de R$: 10 mil a 100 mil, e que quando a empresa começou era oferecido 15% de rendimento, mais após 3 meses caiu para 10%, as datas de pagamentos segundo eles eram feitas em 3 datas 10, 15 e 30.

Queremos nossos dinheiros de volta vamos brigar na justiça por isso disse um dos investidores.

Ainda segundo relatados dos investidores lesados, os sócios da Ares disseram que não tem como efetuar os pagaremos por que 80% do capital estão bloqueados e estão no celular de Pessano que se encontra apreendido na justiça, após sua morte, e que só Pessano tinha o acesso a esse dinheiro, que se encontra na conta de Pessano que é na Binance.

A Polícia Civil investiga pelo menos 30 empresas com sede em Cabo Frio, na Região dos Lagos, suspeitas de montarem esquemas de pirâmide financeira com a promessa de pagamentos de altos lucros a quem aplica no negócio. O trabalho está a cargo da 126ª DP (Cabo Frio), e alguns dos inquéritos já estariam em estágio avançado. As investigações começaram após o assassinato de Wesley Pessano Santarém, um jovem de 19 anos que divulgava em redes sociais ter ficado rico investindo em criptomoedas. Seis pessoas que estariam ligadas ao crime foram presas nos últimos dias. A polícia busca agora o mandante do assassinato.

A promessa de dinheiro rápido e fácil, com rendimento acima dos oferecidos pelos bancos e fora da realidade do mercado de criptomoedas, mergulhou Cabo Frio numa ciranda financeira, controlada por empresas de investimento que lotearam a cidade em busca de clientes. No rastro de milhões movimentados, há denúncias de prejuízos e até de atentados.

— Eu tenho várias empresas sob investigação. Todas, a princípio, são de Cabo Frio. À medida que formos avançando, é que vamos saber se de fato elas são ou não da cidade. Alguns inquéritos estão avançados. Em outros, estamos verificando mais informações — disse o delegado Carlos Eduardo Pereira Almeida, titular da 126ª DP.

Sócio de uma empresa de investimentos, Wesley Pessano foi executado a tiros, no último mês, ao volante de um Porsche, em São Pedro da Aldeia, também na Região dos Lagos. Ele pode ter sido vítima de uma disputa por clientes, segundo policiais. O foco das investigações, por enquanto, está em Cabo Frio, que vem sendo chamada de “Novo Egito”. Mas há suspeita de que os grupos estão se expandindo para toda a Região dos Lagos.

Os inquéritos já apuram a atuação das empresas suspeitas de terem desaparecido com o dinheiro dos clientes.

Ao todo seis pessoas já foram presas pela morte de Pessano

Os três homens presos nesta quinta-feira (2) suspeitos de envolvimento na morte do investidor de criptomoedas Wesley Pessano, na Região dos Lagos, em agosto, foram identificados pela Polícia Civil como os responsáveis por conduzir o assassino até o local do crime e seguir a vítima no dia da morte. Bruno Luzardo foi o motorista que levou o executor de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, até São Pedro da Aldeia. Fabio Natan, foragido, Valder Janilson Chaves e Thiago Galdino, os dois últimos presos nesta quinta, foram os responsáveis por perseguir o Porsche vermelho conduzido por Pessano. 

Quem matou Pessano: Polícia civil diz que investigações estão próximo de prender o mandante de mandar matar Wesley Pessano em São Pedro da Aldeia

A Polícia Civil conseguiu identificá-los através de sigilos telefônicos quebrados com autorização da Justiça e por imagens de câmeras de segurança de rodovias e pedágios. Na casa de Valder Janilson, agentes encontraram um agasalho camuflado idêntico ao das imagens do dia do homicídio. Desde o começo da investigação, seis pessoas já foram presas.

“Nessa segunda fase, investigando telefones, com quebra de sigilos, chegamos a quatro elementos que eventualmente tinham participação. Não propriamente na execução do trader, mas no transporte dos elementos, levando de Caxias até São Pedro da Aldeia, a Rio das Ostras.

Casos Pessano: Operação da policia civil prende três suspeito de matar Wesley Pessano o “REI DO PULLBACK” em São Pedro da Aldeia

Os mesmos carros estavam sempre em movimentação nessas vias”, afirmou Milton Cerqueira, delegado da 125ª DP (São Pedro da Aldeia). Segundo as investigações da força-tarefa que apura o caso, Bruno Luzardo conduziu o assassino no dia 3 de agosto. Bruno retornou à Baixada Fluminense no dia 4, horas após a execução da vítima.

Veja como foi o crime:Investidor em criptomoedas é assassinado dentro de Porsche na Região dos Lagos

Considerado foragido, Fabio Natan é suspeito de ser o ‘principal articulador do bando’, e estava com Valder Jacinto no carro que perseguiu o Porsche de Wesley Pessano pelas ruas de São Pedro da Aldeia. Em outro carro, formando um comboio, estava Thiago Galdino, também preso na ação desta quinta.