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Após denúncia da vereadora Carol Midori de Cabo Frio, Ministério Público dá prazo de 90 dias para a prefeita Magdala Furtado estruturar o Hospital da Mulher

MP entrou no circuito

Após denúncia da vereadora Carol Midori de Cabo Frio, Ministério Público dá prazo de 90 dias para a prefeita Magdala Furtado estruturar o Hospital da Mulher

Denúncia de Carol Midori resulta em prazo de 90 dias dado pelo Ministério Público para reformas urgentes

Por Rlagos Noticias

16 de abril de 2024

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Requerimento exige esclarecimentos após vistoria revelar cenário degradante

CABO FRIO – Após uma denúncia contundente feita pela vereadora Carol Midori, a Prefeitura de Cabo Frio enfrenta um ultimato do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ): tem agora 90 dias para elaborar um projeto de reforma no Hospital da Mulher. A decisão, apoiada pela Quinta Câmara de Direito Público, exige melhorias significativas na unidade, que atualmente sofre com infiltrações, mofo e outras falhas estruturais graves.

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A inspeção realizada por Midori na última terça-feira revelou condições deploráveis, incluindo banheiros deteriorados, ar-condicionado quebrado e um elevador que não funciona há mais de quatro anos. Estes problemas foram amplamente divulgados por Midori em um vídeo nas redes sociais, ressaltando o abandono do hospital, que já foi considerado uma referência na região.

O MPRJ também determinou que, além da reforma, a prefeitura deve implementar um sistema informatizado para controle de medicamentos e insumos em até 180 dias. Esse sistema deverá acompanhar não só o estoque, mas também o uso e descarte de materiais, garantindo transparência e eficiência no gerenciamento dos recursos do hospital.

As demandas levantadas pela ação civil pública inicialmente encontraram resistência na 2ª Vara Cível de Cabo Frio, que negou algumas das solicitações do MPRJ. No entanto, a persistência da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Cabo Frio, reforçada pela denúncia de Midori, culminou em uma sentença favorável que agora impõe um cronograma apertado para as melhorias necessárias.

Esta situação lança luz sobre uma crise mais ampla no sistema de saúde pública de Cabo Frio, marcada por uma infraestrutura insuficiente que compromete a segurança e o bem-estar das pacientes. Apesar do hospital realizar entre 170 e 180 partos por mês, a falta de condições adequadas é um risco constante para a população atendida.

Carol Midori, que já preparou um requerimento exigindo explicações e medidas efetivas do poder executivo, continua na linha de frente na busca por soluções. Sua atuação exemplifica o papel vital que os representantes eleitos desempenham na vigilância e melhoria dos serviços públicos, especialmente em áreas críticas como a saúde.

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Por Rlagos Noticias

16 de abril de 2024

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