Bandidos com fuzis roubam R$ 50 mil em carnes que seguia para Região dos Lagos na BR-101, motorista é liberado após 2h de sequestro.

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Bandidos armados com fuzis roubaram dois caminhões frigoríficos, no início da manhã desta sexta-feira, na Rodovia BR-101 (Niterói-Manilha), altura de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio., a carga seguia para Região dos Lagos. As duas cargas somadas chegam a cerca de R$ 50 mil, com peças de carnes bovinas, suínas e de frango.

De acordo com os funcionários da empresa, o roubo aconteceu por volta das 6h desta sexta-feira. Eram cerca de dez bandidos fortemente armados dentro de três carros, segundo eles. Os ocupantes do primeiro veículo foram levados para dentro do Complexo do Salgueiro. O motorista e o ajudante do segundo caminhão conseguiram fugir a pé pela BR-101.

Na 72ª DP (Mutuá), estão os três ocupantes do segundo caminhão. Eles deverão ser ouvidos pela polícia. Eles contam que a empresa entrou em contato por telefone garantindo que “os outros dois colegas estão bem”.

“Eu senti muito medo, só conseguia pensar na minha família, era só isso que passava pela minha cabeça”. Esse é o relato, aos prantos, de um dos motoristas do caminhão de carga que foi roubado por criminosos, na manhã desta sexta-feira, na BR-101, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.

O crime aconteceu por volta das 6h, na altura do Complexo do Salgueiro. De acordo com os funcionários de um frigorífico, cerca de doze bandidos armados com fuzis, divididos em três carros, fecharam a rodovia Niterói – Manilha.

“Primeiro achamos até que era polícia, eles estavam até fardados. Estavam fortemente armados”, contou um dos ajudantes.

Os bandidos abordaram dois caminhões que transportavam carne. Durante a ação criminosa, o motorista e dois ajudantes de um dos caminhões chegaram a ser sequestrados e levados para o interior da comunidade.

As cargas foram totalmente roubadas e estavam avaliadas em cerca de R$ 50 mil. Os profissionais foram liberados sem ferimentos.

Muito emocionado, o motorista de 61 anos , que é pai de quatro filhos e sete netos, disse que essa é a primeira vez, em 44 anos de profissão, que ele é assaltado.

“Agora é pedir proteção a Deus e voltar a trabalhar, não tem jeito, a gente precisa”, contou.