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Investigação considera que túmulo foi violado em Nova Iguaçu para rito religioso

Investigação considera que túmulo foi violado em Nova Iguaçu para rito religioso

Por Rlagos Notícias

28 de julho de 2023

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Delegado afirma que indícios apontam para ritual

RIO DE JANEIRO – A polícia do Rio de Janeiro está investigando um caso perturbador de violação de túmulo. A sepultura de Sabrina Tavares, 31 anos, que foi assassinada a tiros no final do ano passado, foi violada e sua cabeça foi removida no Cemitério Iguaçu Velho, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O inquérito policial relata que os restos mortais foram substituídos por um objeto de barro, comumente usado em rituais religiosos.

A família de Sabrina e as autoridades policiais foram alertadas sobre o crime macabro em 11 de abril. De acordo com a irmã de Sabrina, Fabíola Tavares, a família visita o túmulo todos os meses, na data em que ela foi morta. Durante a visita de abril, foram informados pelo coveiro que o túmulo havia sido violado.

Fabíola disse: “Quando chegamos lá, fomos abordados pelo coveiro e ele contou o que tinha acontecido. Não exatamente, mas disseram que a sepultura tinha sido violada e que tinham quebrado o caixão.” A família foi então orientada a entrar em contato com a Funerária São Salvador, responsável pela administração da sepultura.

A família só soube que a cabeça de Sabrina havia sido removida quando o laudo pericial foi finalmente divulgado, após muitos atrasos. “Demorou um absurdo para sair. Meu marido até teve que ir no IML para pedir que ele enviasse o laudo para a 58º DP,” explicou Fabíola.

Sabrina Tavares foi morta a tiros em agosto do ano passado, quando dois homens armados invadiram sua casa. A mãe de Sabrina, Fátima de Azevedo Tavares, também ficou ferida no ataque, mas sobreviveu.

As imagens do laudo pericial mostram a tampa de concreto do túmulo quebrada e o caixão à mostra. A imagem de um alguidar de barro com cinzas e garrafas de bebida nas proximidades também foi registrada pelo perito. De acordo com os funcionários do cemitério, os nomes de várias pessoas estavam escritos em papéis dentro das garrafas de bebida.

O incidente está sendo investigado pela 58ª DP (Nova Iguaçu) desde 16 de março, mas até agora nenhum suspeito foi identificado. A família Tavares, angustiada, espera ansiosamente por justiça. “Queremos saber o que aconteceu, quem fez. Até achamos quem pode ter feito, mas não temos provas. Esperamos que a Justiça seja feita,” completou Fabíola.

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Por Rlagos Notícias

28 de julho de 2023

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