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Grupo Especial: Imperatriz se destaca como a melhor escola da primeira noite de desfiles

CARNAVAL 2024

Grupo Especial: Imperatriz se destaca como a melhor escola da primeira noite de desfiles

Imperatriz Leopoldinense Brilha na Sapucaí com Enredo Místico, Enquanto Outras Escolas Enfrentam Altos e Baixos

Por Rlagos Noticias

12 de fevereiro de 2024

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Alegoria da Imperatriz Leopoldinense Pedro Ivo / Agência O Dia

RIO DE JANEIRO – A Sapucaí foi palco de uma noite memorável na estreia dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval carioca, com a Imperatriz Leopoldinense, atual campeã, liderando o espetáculo com uma apresentação que capturou os corações e a imaginação do público. Sob a direção artística do carnavalesco Leandro Vieira, a escola de Ramos encantou a todos com um enredo que explorou o misticismo através da história “O Testamento da Cigana Esmeralda”, inspirada na obra do poeta Leandro Gomes de Barros.

A noite também viu desfiles marcantes da Grande Rio, Salgueiro e Beija-Flor, que, ao lado da Imperatriz, formaram o quarteto de destaque da primeira noite. Por outro lado, a Unidos da Tijuca, com seu enredo sobre Portugal, não conseguiu empolgar o público ao mesmo nível, enquanto a Porto da Pedra, retornando ao Grupo Especial, enfrentou problemas técnicos que impactaram sua evolução.

Imperatriz Leopoldinense: Um Deslumbre Visual e Temático

A Imperatriz se destacou com alegorias grandiosas e fantasias luxuosas que facilitaram a compreensão do enredo. A comissão de frente, liderada por Marcelo Misailidis, trouxe inovação com a cigana Esmeralda “flutuando” sobre uma fogueira, acompanhada de um drone que movia uma bola de cristal sobre o público. A bateria de mestre Lolo, junto ao intérprete Pitty de Menezes, adicionou mais brilho à festa, com os componentes demonstrando entusiasmo e harmonia vocal intensa.

Unidos da Tijuca: Uma Viagem por Portugal que Não Encantou

Apesar dos esforços e da performance impecável da bateria de mestre Casagrande, a Unidos da Tijuca não conseguiu transmitir a energia habitual. O samba-enredo e a narrativa sobre mitos e símbolos portugueses não alcançaram a resposta esperada do público.

Grande Rio: Mitologia Tupinambá em Cores Vibrantes

A Grande Rio levou à avenida um enredo fascinante sobre o mito do povo tupinambá, com destaque para a onça como símbolo de força. O trabalho dos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad foi realçado pela iluminação cênica, proporcionando um espetáculo visualmente impactante.

Salgueiro: O Povo Yanomami e a Sapucaí

O Salgueiro, com um enredo sobre o povo Yanomami, trouxe alegorias menores, mas compensou com um dos sambas mais aclamados do ano. A homenagem ao falecido puxador Quinho por Emerson Dias foi um dos pontos altos emocionais da noite.

Beija-Flor: Maceió e a História de Rás Gonguila

A Beija-Flor de Nilópolis impressionou com alegorias coloridas e a narrativa sobre Maceió, através da figura histórica de Rás Gonguila. A performance da bateria e do casal de mestre-sala e porta-bandeira foi um destaque.

Porto da Pedra: Desafios Técnicos na Avenida

Retornando ao Grupo Especial, a Porto da Pedra enfrentou problemas com sua última alegoria, o que afetou a evolução e causou um notável buraco na apresentação. Apesar dos contratempos, a escola trouxe um enredo em homenagem ao “Lunário Perpétuo”, marcando sua volta com determinação.

A maratona do Grupo Especial continua, prometendo mais noites de desfiles espetaculares, onde a arte, a cultura e a emoção do Carnaval carioca se encontram na passarela mais famosa do samba.

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Por Rlagos Noticias

12 de fevereiro de 2024

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