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IML conclui que idoso levado a banco em cadeira de rodas morreu a partir das 11h30 de terça-feira

LAUDO APONTA A HORA DA MORTE

IML conclui que idoso levado a banco em cadeira de rodas morreu a partir das 11h30 de terça-feira

Segundo perito, não é possível definir se o Paulo Roberto Braga entrou sem vida ou não na agência bancária

Por Rlagos Noticias

17 de abril de 2024

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Érika de Souza Vieira Nunes, presa ao levar o idoso ao banco, deixou a 34ª DP, em Bangu, na manhã desta quarta-feira — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo

RIO – Um laudo de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) esclareceu que Paulo Roberto Braga, um idoso de 68 anos, faleceu devido a uma broncoaspiração do conteúdo estomacal e falência cardíaca entre 11h30 e 14h30 de terça-feira. A confirmação do óbito foi feita pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) às 15h20. No dia do incidente, Érika de Souza Vieira Nunes, de 42 anos, levou o idoso a uma agência bancária em Bangu para sacar um empréstimo de R$ 17 mil, onde Paulo Roberto pareceu já estar sem vida ao chegar.

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De acordo com o laudo, não é possível afirmar, com segurança técnica e científica, se o falecimento ocorreu durante o trajeto para o banco, dentro da agência, ou se o idoso foi levado já sem vida para o local. O documento também menciona que Paulo Roberto estava sofrendo de doenças pré-existentes e necessitava de cuidados especiais.

Érika, que se identificou à polícia como cuidadora e parente do idoso, está sendo investigada sob suspeita de tentativa de fraude bancária. Na agência, funcionários suspeitaram da condição de Paulo Roberto quando observaram sua falta de reação e chamaram o Samu, que verificou o óbito.

A defesa de Érika, representada pela advogada Ana Carla de Souza Correa, contesta as acusações, alegando que existem testemunhas que podem confirmar que o idoso chegou vivo ao banco e que começou a passar mal no local. “Os fatos não aconteceram como foram narrados. Tudo isso será esclarecido. Acreditamos na inocência de Érika”, afirmou Ana Carla.

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Durante o episódio, Érika foi gravada pelos funcionários do banco tentando fazer com que Paulo Roberto assinasse documentos, o que levantou suspeitas de fraude. Um vídeo mostra Érika segurando a cabeça do idoso enquanto diz:

“Assina para não me dar mais dor de cabeça, ter que ir no cartório. Eu não aguento mais”. Funcionários do banco, percebendo a situação anormal, comentaram: “Eu acho que ele não está legal, não está bem, não”. A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias exatas da morte e os eventos na agência bancária.

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